Diário de Ourinhos

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Crônicas de Ourinhos

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por Norival Vieira da Silva
fev   201425

Cuidador de Idosos

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Eu queria transmitir este sentimento a todos,o quanto admiro e entre as quais cito como exemplo marcante a Eliana.

Sabe como colocar cada um em seu lugar que convive, sua família Gustavo pai,Gustavinho e avós. Conheço todos e sinto que adquiri uma nova família. Sabe transmitir seu sentimento nesta nova profissão.

É preciso que Ourinhos conheça bem o valor desta profissão, queria que todos conhecessem bem o seu trabalho. Quando um deles se aproxima, temos a oportunidade de receber o carinho,benefícios, o valor destas pessoas é imensurável.

Como beneficiário pude conviver e adquiri uma nova visão.

Eliana, uma companheira que ajudou a superar e enfrentar as dificuldades próprias da idade. Seu carinho,dedicação trouxe para mim dias mais amenos e compreensão desta nova etapa.

Deus lhe pague minha companheira querida.

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fev   201410

À Sombra dos Bananais

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Os fatos que envolvem realidades do grupo social atraem. Por isso alguém abriu Aristóteles, em seu livro Política, quando descreve as formas de governo e suas deturpações. Mas é muito chato ler livros! Frase famosa!

Mas... há muita coisa, como realidades, que a humanidade sempre viveu, vive, como viverá. Sempre se repetirão o Nilo, Tigre, Eufrates, Ganges e outros, até mesmo o Danúbio e Amazonas.

Uma personalidade, destaque num país, bem perto, disse: “ Eu pensava que a água do mar fosse salgada porque todo mundo faz xixi nas praias. Nossa!!! O mar tem sal... sal que dá dinheiro , e quem entende de sal, trabalha na cozinha disse o Famoso, ele convencido que aqui deve ter caído um “prelúdio” de sal. E subiu o IBOPE.

Lembrou-se logo de comida, real e remunerada, e pensou em alguém com certa ligação com a cozinha, por isso uma mulher deve cuidar desse sal, um sal raro que pode deixar gente rica..

Assim o fez, mas com muitos famosos e “habilidosos” auxiliares para ajudar a cozinheira-chefe. E com prática comprovada.

É tão quente... rendoso, mais rendoso do que assaltar Bancos, e depois se esconder no meio dos bananais. Pelo fato receberam indenização, até mesmo o Chefão.

Gol, gol, gol do Brasilll!. Toma lá uma camisa numerada.

O país se enche de cores, sons e caricaturas.

Preocupações?

O mouse nos levará a um lamento de alguém com muita autoridade, que deve ter vivido no seu país uma época de violência, de corrupção, como a que de leve conhecemos.

Martin Luther King:

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.”

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jan   201428

Homenagem a Mario Quintana

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Um amigo me disse que o amor entra em nós bem devagarzinho. Um amigo me disse um dia que foi a Porto Alegre só para ver Mario Quintana andando devagarzinho pela calçada. Feliz este amigo que me disse que foi uma viagem compensadora. Não estava acreditando ver um de nós pensadores como Quintana que deixava a profundidade escondida na alma de cada um. Quintana deixava em cada um de nós as vezes com poucas palavras imensidão que trazia dentro de si.

Se tu me amas, ama-me baixinho

Não o grites de cima dos telhados

Deixa em paz os passarinhos

Deixa em paz a mim!

Se me queres,

enfim,

tem de ser bem devagarinho, Amada,

que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...

Mario Quintana

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jan   201423

Floresta Amazônica

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Abrem-se as cortinas da Floresta Amazônica, ouve-se o canto puro e suave do Uirapuru. Felizes os mortais que ouvem, pois estarão marcados para a posse da felicidade e do amor.

A majestade das árvores, o colorido das flores, o esvoaçar dos pássaros, o agitar dos animais contam as lendas entre as folhagens e o tempo.

Essas folhagens que vestem os grandes rios, os igarapés, embalam o passar das águas, desde as cores do Amazonas ao Negro, que se unem na sinfonia de aquarela, cores misteriosas de uma sinfonia secular.

E o Boi, lendas e tradições de seus moradores, ornados na pintura do corpo e nos adereços com toda a beleza da Floresta. O Azul do Caprichoso, o Vermelho do Garantido marcam os passos, a dança, as tradições dos primeiros e originais moradores dessa terra. O gingar dos corpos, o contorcer-se nas espirais de mãos e pernas, numa volúpia em busca da alma, da suavidade e ardência do amor.

E na placidez das águas mansas dos igarapés surge a Vitória Régia, no suave rodopio como se abrisse um manto de cores. Serena, a rainha da Amazônia, vela o sono de Iara, deusa daquelas águas, da floresta e da grandeza de seus encantos.

Cuidado ... tem Boto Sinhá. E ele surge das águas, para exibir seu carisma e encanto sedutor. E de noite, trajado a rigor, com galanteios e sedução atrai as meninas para o leito do amor, para gerar em seu ventre novos e pequeninos botos.

Cuidado, tem Boto Sinhá ...

E as águas correm por entre a floresta, borbulham em cascatas, correm por entre folhagens, carregadas de tradições para formar o volume das águas do Rio Mar, o Amazonas.

E nas suas margens em arbustos abrem-se milhares de olhos, lindos, do pequeno curumim de cuja sepultura brotaram as folhagens, abriram-se as flores, e surgiram as sementes, os olhos do Guaraná para amenizar a tristeza da tribo, com a pequenina fruta carregada de saúde, borbulhante afrodisíaco, alimento do corpo, da alma e do amor. O curumim era lindo demais para morrer para sempre, com seus olhos encantadores, e seria a garantia da perpetuação da espécie, plena de saúde e de amor.

Batem nas árvores, correndo pela floresta, deslizando pelas águas imensas, as vozes dos animais, o canto dos pássaros, o agitar sonoro das folhagens, ecoando em sons pela verde imensidão.

Em toda essa beleza correm os 500 anos de nosso Brasil, precedidos de anos seculares pela trilha do Tempo.

E ouve-se ainda o canto puro e limpo do Uirapuru, prenúncio de felicidade e amor.

Mas, cuidado, tem Boto Sinhá ...

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jan   201421

Eu navegava, você chegou

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Eu vinha navegando cansado,

olhando as águas, o céu, o horizonte ...

Olhar azul perdido na imensidão verde do mar,

refletindo o azul da imensidão do céu.

Trazia nos ombros o cansaço das jornadas,

respingando no rosto as espumas flutuantes,

olhar cheio de nostalgia, procurava alguém,

na imensidão ondulante de todos os seres,

no nada procurava a vida,

na vida a alegria de viver.

As espumas aumentaram,

como se estourassem milhares de champanhas,

O barco navegando tremulou,

sentiu a presença vivificante de um ser,

do nada alguém surgiu.

As letras corriam pelo nome,

Ray .... Ray ... R ...a ....y

como as águas caem nas cascatas,

ELA me chegava ...

Enxugou as gotas de meu rosto,

com carinho o cansaço de meus ombros,

nossos lábios de tocaram,

nossos corpos se uniram,

rolaram como os ventos rolam pelos campos,

na alegria acalentadora do amor ...

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